Levantamento da Infra-estrutura das Unidades do Interior

Araraquara

Houve uma reunião com o pessoal do STI do Instituto de Química, onde foi discorrido sobre a instalação do cluster com os analistas Nikolas e Bete, sendo esta última a atual diretora do STI. O STI da Química sofre com a falta de espaço e com um problema bastante crônico na UNESP, que é a utilização de máquinas obsoletas para serviços de rede. A sala de servidores é pequena para a quantidade de máquinas existente, além do que, a obsolescência destas máquinas e a maneira como estão organizadas contribuem para agravar ainda mais este problema. Ainda assim, registra-se a inexistência de um outro local onde o cluster possa ser acomodado com boa aceitação pelos usuários do espaço. O roteador, localizado nesta sala, está com todas as interfaces FE, em número de quatro, utilizadas. Cada interface atende a uma unidade. Dentre todas as salas encontradas nas diversas unidades do interior, esta é a que apresenta a maior dificuldade de adaptação. Da mesma forma que as demais, irá requerer um reforço nas condições de refrigeração e da rede elétrica existente.

Também no campus da Faculdade de Ciências e Letras houve uma conversa com os analistas Bruno e Walmir Dotta, este último diretor do STI, sobre o projeto.

Foi realizada uma reunião na biblioteca do instituto de Química com os professores Elson Longo da Silva, Celso Santilli, Younes Messadeq, João Olímpio Tognolli, professora Vanderlan Bolzani, esta representando a diretora do Instituto, Analistas Márcio Toledo, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Nikolas e Bete. Nesta reunião foram discutidos diversos aspectos do projeto. De uma forma geral os participantes pareceram sugerir que o cluster poderia ficar sediado em São Paulo e ser incorporado ao Tier 0.

Condições Físicas

Araraquara1 Araraquara2

A sala de servidores do STI parece ser o local mais indicado para a instalação do cluster, ainda que não seja em nada apropriada. É pequena, tem uma grande quantidade de máquinas, todas antigas e inadequadas, além de compartilhar o espaço com o PABX e os bastidores da Telefônica. Isto tudo oferece uma aparência de desordem ao ambiente. Além disso, a disposição dos racks e das estantes é feita de uma forma que dificulta a circulação das pessoas.

O cluster necessitará de um circuito elétrico dedicado. Para tanto existem dois quadros de distribuição não embutidos na parede na sala contígua. O disjuntor principal trifásico possui uma capacidade de 100 A.

A sala possui dois Condicionadores de AR de 21.000 BTU e um modelo spliter de 30.000 BTU. A refrigeração é feita exclusivamente pelos dois primeiros ou pelo último.

Em termos de segurança o local somente está acessível ao pessoal de informática do campus, e pelo pessoal do PABX e da Telefônica.

Bauru

Em reunião com o pessoal do STI, foi falado, especialmente com os analistas Mitsuo, Agnelo, Augusto e Roxael, sobre a instalação do cluster. Em Bauru é inquestionável que o cluster deva ser instalado no STI por várias razões, entre as quais a existência de amplo espaço físico disponível. O STI dispõe de duas salas climatizadas, podendo ser escolhida a que melhor convier ao projeto. De qualquer forma, onde quer que recaia a escolha deverá ser reforçada a condição de refrigeração da sala e da rede elétrica existente.

Foi realizada uma reunião no STI com os pesquisadores Prof. Pablo Antônio Venegas Urenda, Prof. Aguinaldo Robinson de Souza, professora Denise Fernandes de Mello e Prof. André Luiz Malvezzi. Nesta reunião foram apresentados os objetivos do projeto, bem como alguns planos e a situação atual das aquisições: a definição do hardware e o processo que está sendo utilizado para a escolha do fornecedor. Também foi mencionad o plano de oferecer cursos de treinamento para angariar possíveis colaboradores.

Condições Físicas

Bauru1 Bauru2

Existem duas salas aptas para receber o cluster, ambas no STI e ambas com bastante espaço. A sala em que se encontra o roteador parece mais apropriada devido à presença deste equipamento. Além disso, é a sala que contém mais equipamentos, tendo inclusive diversos computadores com monitor e teclado e assentos reservados (os quais são de uso esporádico devido à climatização do ambiente).

O cluster necessitará de um circuito elétrico dedicado. Para tanto existe um quadro de distribuição próximo à sala com espaço suficiente para a instalação de um novo disjuntor. Não foi possível avaliar a percentagem da carga elétrica utilizada no prédio, porém é notável que existe disponibilidade para a instalação do cluster sem comprometimento da instalação.

A sala possui dois Condicionadores de AR de 21.000 BTU e um de 12.000 BTU, este último ligado a um gerador de pequena potência. Esta estrutura de refrigeração deve ser reforçada para o recebimento do cluster.

Em termos de segurança o local somente está acessível ao pessoal de informática do campus, pelo que pode ser considerado apropriado.

Botucatu

Houve uma reunião com o Prof. Ney Lemke e com o pessoal do STI, onde foi exposta a situação atual do projeto e se procurou identificar o melhor local para a localização do cluster. Havia algumas dúvidas, uma vez que se cogitava a instalação do cluster em um laboratório na Faculdade de Medicina. Por outro lado, o STI não constitui um ponto central para a rede do campus, uma vez que o ponto de chegada da linha interurbana, assim como todas as conexões óticas, convergem para uma sala no prédio da Biblioteca Central, onde se situa o roteador.

Em visita, com o Prof. Ney Lemke e com o Tancler, analista do STI, à sala onde se localiza o roteador, ficou evidenciado que este seria o local apropriado para a instalação do cluster, uma vez que a sala está destinada exclusivamente à acomodação de equipamentos de informática e possui espaço físico disponível. Além disso, a proximidade do roteador é um elemento determinante nesta decisão.

Foi também realizada uma visita ao STI da Medicina e conversado com a Analista Rivânia, diretora do CIMED, e com o analista Eduardo, sobre a implantação do GridUNESP.

Condições Físicas

Botucatu1 Botucatu2

A sala possui três racks de 19” e algumas estantes. Ela necessita de um remanejamento destes objetos para melhor aproveitamento do espaço. Provavelmente a melhor alternativa é a remoção de uma parede que a divide em dois ambientes. Também necessita de reforço na refrigeração e um novo circuito elétrico especialmente dedicado ao cluster.

A caixa de distribuição elétrica possui um disjuntor principal trifásico de 200 A por circuito. Em recente medição apresentou uma carga de aproximadamente 25 A em cada circuito. Esta caixa se localiza a uns vinte metros da sala onde deve ser instalado o cluster.

A refrigeração é mantida através de dois aparelhos de ar condicionado, cada um com capacidade para 21.000 BTU. Eles funcionam em regime de turno através de um dispositivo temporizador que implementa um revezamento entre estes aparelhos a cada 12 horas.

Em temos de segurança é possível entender que este local seja adequado pela pouca exposição que os equipamentos terão. De qualquer forma, a substituição da atual porta de madeira por uma de ferro com fecho reforçado não seria má idéia.

Ilha Solteira

Foram realizados alguns contatos com o pessoal do STI, analistas João Sidney Ferro e Guilherme Moreira, este último, diretor do STI, o qual esteve encarregado de organizar uma reunião com diversos pesquisadores do campus. Por sugestão do diretor da unidade a reunião contaria também com o pessoal da CLI (Comissão Local de Informática).

Em Ilha Solteira não resta dúvida que o cluster deva ficar no STI. A sala de servidores é bastante adequada em termos de espaço físico. O roteador possui duas interfaces FE, sendo que apenas uma encontra-se em uso. Da mesma forma que as salas existentes nas demais unidades, esta sala irá requerer um reforço nas condições de refrigeração e da rede elétrica existente.

Conforme previamente marcado, foi realizada uma reunião na diretoria do campus. Estavam presentes os professores Emanuel Rocha Woiski, José Luiz Gashe, Sérgio Mansur, André Luiz Seixlack, João Batista aparecido, João Batista Campos Silva, do DEM, Sérgio Azevedo de Oliveira, Arthur Pantoja Marques, Ernandes Rocha Oliveira, Leonardo Poltronieri Sampaio, Pedro César dos Santos, da CLI, Guilherme Moreira, Antônio César Garcia Torres e Fabrício Souza Correa, do STI. Nesta reunião foram esclarecidos diversos aspectos do projeto. Após a reunião, houve também uma visita ao diretor da unidade, Prof. Wilson Manzoli Júnior, em seu gabinete.

Condições Físicas

IlhaSolteira1 IlhaSolteira2

A sala de servidores do STI é o local mais indicado para a instalação do cluster, ainda que este espaço necessite um rearranjo nas divisórias, já previsto pelo STI, pois a sala é estreita e comprida. Ela possui também alguns bastidores da Telefônica aonde chegam linhas de dados. Nesta sala existem diversas máquinas desativadas. Por sorte, a própria unidade tem providenciado equipamentos servidores modernos, do tipo torre, que ocupam um espaço relativamente menor.

O cluster necessitará de um circuito elétrico dedicado. Existem dois quadros de distribuição que se localizam longe da sala de servidores, no próprio prédio do STI. Ambas possuem disjuntores principais de 100 A. A sala possui dois Condicionadores de AR de 10.000 BTU e um de 21.000 BTU. O regime de utilização sempre deixa um destes aparelhos desligado.

Normalmente o local somente é acessível ao pessoal de informática do campus.

Rio Claro

Ocorreu uma reunião com o pessoal do STI, onde foi discorrido aos analistas Paulo Sérgio, Ari e Tony, este último diretor do STI, sobre a instalação do cluster. O prédio do STI de Rio Claro tem a mesma planta que o de Bauru e, também neste caso, parece razoável que o cluster deva ser instalado no STI por várias razões: existência de espaço físico disponível, presença de pessoal da área de informática, proximidade com o roteador central e relativa segurança. De qualquer forma, a instalação irá requerer um reforço nas condições de refrigeração da sala e da rede elétrica existente.

Tendo em vista a ausência dos Prof. Makoto Yoshida e Alzira Cristina Mello Stein-Barana, devido a participação em um evento, bem como a impossibilidade de participação do Prof. Mauricio Bacci Júnior, foi cancelada a reunião que estava prevista. Contudo, foi mantido contato com o Prof. Ivan Rizzo Guilherme em sua própria sala. Nesta reunião esteve presente também o Prof. André Franceschi de Angelis. Foram apresentados os objetivos do projeto, bem como alguns planos e o desenrolar das ações.

Também foi realizada uma reunião na sala do Prof. Carlos Fischer com a presença de outros dois professores do Departamento de Computação. Nesta reunião foi repetido o que foi dito na sala do Prof. Ivan. Também foi contatado o Prof. Mauricio Bacci Júnior por telefone, que na ocasião encontrava-se envolvido com outros compromissos.

Condições Físicas

RioClaro1 RioClaro2

A sala de redes do STI parece bastante apropriada, devido à existência de espaço físico e à presença do roteador. Essa sala também possui diversos computadores com monitor e teclado e assentos reservados (os quais são de uso esporádico devido à climatização do ambiente).

O cluster necessitará de um circuito elétrico dedicado. Para tanto existe um quadro de distribuição próximo à sala com espaço suficiente para a instalação de um novo disjuntor. O quadro possui um disjuntor principal trifásico de 80 A e espaço para a instalação de um novo circuito para o cluster. Foi contatado o eletricista responsável, o qual assegurou que a instalação existente possui disponibilidade de potência para a alimentação do cluster.

A sala possui dois Condicionadores de AR de 21.000 BTU. Esta estrutura de refrigeração deve ser reforçada para o recebimento dos equipamentos.

Em termos de segurança o local somente está acessível ao pessoal de informática do campus, pelo que pode ser considerado apropriado.

São José do Rio Preto

Foram realizados alguns contatos com o pessoal do STI, especialmente com o Prof. Luiz Carlos Baida, Diretor do STI e também com o Prof. Adriano Mauro Cansian, que esteve responsável por organizar uma reunião com diversos pesquisadores do campus. De imediato pareceu ser um consenso que o cluster deva ficar no STI, ainda que a sala de servidores não apresente um aspecto tão bom. O roteador possui três interfaces FE, sendo que duas estão em uso. Da mesma forma que as salas existentes nas demais unidades, esta sala irá requerer um reforço nas condições de refrigeração e da rede elétrica existente.

Também foi realizada uma reunião no departamento de computação com os professores Mario Luiz Tronco, Aleardo Manacero Júnior, Adriano M. Cansian, Luiz Carlos Baida e alguns alunos que representaram o professor Carlos Roberto Valêncio. Também estiveram presentes os Analistas Darley e Guilherme do STI local. Foram discutidos diversos aspectos do projeto. O professor Aleardo demonstrou grande interesse no sistema de grid, uma vez que desenvolve pesquisas de computação nesta área. O professor Adriano lembrou a importância de que as switches de rede dos clusters suportem os protocolos adequados para o levantamento de dados de segurança.

Também foram contatados os professores Augusto Brandão d'Oliveira, Norian Marrangello e Aledir Silveira Pereira, que se mostraram surpresos com o projeto e demonstraram grande interesse na utilização do GridUNESP.

Condições Físicas

SJRP1 SJRP2

A sala de servidores do STI é o local mais indicado para a instalação do cluster, ainda que necessite uma reorganização dos equipamentos. Ela também compartilha o espaço com o PABX e com os bastidores da Telefônica.

O cluster necessitará de um circuito elétrico dedicado. Existe um quadro de distribuição de difícil acesso na própria sala e um circuito elétrico bem dimensionado que traz energia do departamento de física, onde existe um gerador de 180 KW que supre eventuais quedas de energia. A sala possui dois Condicionadores de AR de 21.000 BTU.

Em termos de segurança o local somente está acessível ao pessoal de informática do campus, e pelo pessoal do PABX e da Telefônica.

-- Jun 2007 --

Topic revision: r3 - 2007-06-06 - JoseRoberto
 

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